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<title>Sua fonte de notícias na cidade de Porto Velho</title>
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<description>Site de Notícias</description>
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<title>Defesa de Flávio Bolsonaro tentou levar caso Dark Horse a Mendonça</title>
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<description>Advogados fizeram quatro pedidos ao Supremo Tribunal Federal em julho e agosto.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do senador Flávio Bolsonaro tentou quatro vezes transferir do ministro Flávio Dino para André Mendonça a investigação sobre a destinação de emendas parlamentares a entidades ligadas à produtora de Dark Horse, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>

<p>Após a queda do sigilo das ações relacionadas ao Banco Master, foi revelado que Flávio é investigado em supostos crimes no financiamento ao filme Dark Horse. Entre as suspeitas de atos ilícitos, estão evasão de divisas e lavagem de dinheiro.</p>

<p>Os pedidos foram apresentados entre 3 e 29 de julho deste ano. Duas solicitações foram encaminhadas ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e outras duas ao próprio Dino, segundo documentos.</p>

<p>Os advogados sustentaram que Mendonça deveria concentrar as investigações relacionadas ao filme por já ser relator de outros procedimentos envolvendo a produção e o financiamento obtido junto ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>

<h2>Disputa pela relatoria</h2>

<p>Em um dos documentos, a defesa acusou a distribuição do caso a Dino de criar uma “prevenção artificial” para definir a relatoria.</p>

<p>“Demonstrou-se que o protocolo das petições no âmbito da ADPF nº 854 não se deu por acaso, mas se tratou de verdadeira manipulação das regras de competência, a fim de criar uma prevenção artificial e inexistente do Exmo. Min. Flávio Dino para os fatos”, afirmaram os advogados.</p>

<p>Em outro pedido, a defesa argumentou que cinco de seis procedimentos relacionados à investigação já estavam sob a relatoria de Mendonça e que apenas um havia sido distribuído a Dino.</p>

<p>“Resta evidente que, dos seis processos autuados perante esse Supremo Tribunal Federal para requerer a instauração de investigações acerca do filme Dark Horse, apenas um deles, a Petição nº 16.070, não está sob a relatoria do Exmo. Min. André Mendonça”, diz o documento.</p>

<p>A defesa também afirmou que a investigação relacionada às emendas não deveria estar vinculada à ADPF 854, processo relatado por Dino no STF.</p>

<p>“A ADPF nº 854 é a ação do orçamento secreto. Trata-se de processo objetivo de controle concentrado de constitucionalidade, de relatoria do Exmo. Min. Flávio Dino, sem qualquer relação com apuração criminal de financiamento de obra audiovisual”, sustentaram os advogados.</p>

<h2>Investigação sobre o filme</h2>

<p>As apurações envolvendo o filme Dark Horse abrangem diferentes frentes. Entre elas, estão repasses de R$ 62,8 milhões atribuídos a Vorcaro para o financiamento do filme, a eventual utilização de parte dos recursos para bancar Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e a possível destinação de emendas parlamentares a entidades ligadas à produtora da cinebiografia.</p>

<p>Flávio tem afirmado publicamente que não houve dinheiro público no financiamento do filme.</p>

<p>A investigação sobre as emendas, porém, ganhou força após denúncias de possível desvio de finalidade e falta de transparência na aplicação dos recursos.</p>

<h2>Operação da PF</h2>

<p>Na quinta-feira (10), a Polícia Federal deflagrou uma operação relacionada à apuração e cumpriu 49 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos estavam o ex-secretário especial da Cultura Mario Frias e Karina Ferreira da Gama, proprietária da Go Up, produtora de Dark Horse.</p>

<p>A operação foi autorizada por Flávio Dino, justamente no procedimento que a defesa de Flávio Bolsonaro tentou transferir para Mendonça.</p>

<p>Segundo a PF, a investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e identificou movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas relacionadas ao suposto esquema.</p>

<p>Entre os crimes investigados estão peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.</p>

<h2>Relação com Vorcaro</h2>

<p>A investigação também está relacionada às apurações conduzidas por Mendonça sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master.</p>

<p>Documentos cujo sigilo foi levantado pelo STF mostram mensagens e outros elementos sobre o financiamento de Dark Horse. A PF investiga a origem dos recursos destinados à produção e o caminho percorrido pelo dinheiro.</p>

<p>Entre os documentos estão contratos firmados pela Go Up com profissionais que trabalharam no filme. Os acordos incluem cláusulas de confidencialidade com previsão de multa de R$ 1 milhão em caso de descumprimento.</p>

<p>A defesa de Flávio sustenta que Mendonça deve concentrar os procedimentos para evitar decisões conflitantes e por já conduzir outras investigações relacionadas ao caso.</p>

<p>A operação autorizada por Dino, entretanto, mantém sob responsabilidade do ministro a apuração específica sobre o possível uso irregular de emendas parlamentares no financiamento da produção.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 14:07:06 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/pf-aponta-cobrancas-de-flavio-a-vorcaro-por-filme-dark-horse</link>
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<description>Material consta de relatórios de inquérito tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Relatórios da Polícia Federal (PF) sobre o financiamento para o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, detalham mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.</p>

<p>Os documentos também apontam possíveis encontros presenciais entre os dois e investigam a participação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na articulação dos recursos.</p>

<p>Segundo a PF, Flávio pediu R$ 131 milhões a Vorcaro para a produção do filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos. Em agosto de 2025, o publicitário Thiago Miranda, apontado como intermediário dos repasses, cobrou o banqueiro sobre parcelas atrasadas.</p>

<h2>Possíveis encontros</h2>

<p>Os primeiros registros de mensagens diretas entre Flávio e Vorcaro aparecem, segundo a PF, em 20 de agosto de 2025. Vorcaro escreveu “21 pode ser”, e Flávio respondeu “Blz”, seguido de uma figurinha com a imagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Depois, o banqueiro escreveu “Kkk” e “Boa”, enquanto o senador respondeu: “A caminho”.</p>

<p>Para a PF, a conversa indica a possibilidade de um encontro presencial. “Isso indica que pode ter ocorrido uma reunião presencial entre os dois no dia 20/08/2025”, afirma o relatório.</p>

<p>A investigação aponta ainda outras possíveis reuniões. Em setembro, Miranda teria informado a Vorcaro que Flávio queria conversar pessoalmente sobre o filme. Em outubro, o senador convidou o banqueiro para um jantar com a equipe da produção, marcado para 6 de novembro.</p>

<h2>‘Imagina um calote’</h2>

<p>Em 8 de setembro de 2025, Flávio voltou a procurar Vorcaro por causa de parcelas atrasadas. Em áudio, demonstrou preocupação com os efeitos do atraso sobre a produção.</p>

<p>“É porque tá num momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou pro filme, né? Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus, os caras renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim, né?”, disse o senador, segundo o relatório.</p>

<p>Em 16 de novembro do ano passado, um dia antes da deflagração da Operação Compliance Zero, Flávio tentou ligar para Vorcaro. O banqueiro respondeu: “Fala irmãozão” e disse estar na igreja. Na sequência, o senador escreveu: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”.</p>

<h2>Recursos nos EUA</h2>

<p>A PF também investiga as transações ocorridas com o dinheiro. Dados de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) apontaram pelo menos sete remessas da Entre Investimentos para o Havengate Development Fund LP, nos Estados Unidos, que somaram US$ 12,33 milhões.</p>

<p>“O fundo permaneceu juridicamente ativo, mas operacionalmente inerte por quase quatro anos, sem qualquer atividade pública registrada — até receber, em 13/02/2025, a primeira remessa de US$ 2 milhões proveniente da Entre Investimentos para o financiamento do filme”, diz a PF.</p>

<p>O Havengate é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, apontado como aliado de Eduardo Bolsonaro. A PF apura se os recursos enviados aos Estados Unidos também poderiam ter financiado a permanência de Eduardo no país.</p>

<h2>Mensagem de Eduardo</h2>

<p>Em março de 2025, Thiago Miranda enviou a Vorcaro uma captura de tela de conversa com Eduardo. Na mensagem, o ex-deputado tratava da transferência dos recursos para os Estados Unidos.</p>

<p>“O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira a enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático, vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isto tardaria cerca de 6 meses, calculamos.”</p>

<p>A Procuradoria-Geral da República também citou o diálogo ao analisar a movimentação financeira.</p>

<h2>Documentos sob disputa</h2>

<p>A PF pediu documentos societários, contábeis, fiscais, bancários e contratuais da Go Up Entertainment LLC, produtora ligada ao filme. Michael Davis, que se identifica como sócio majoritário da empresa, respondeu que os documentos mantidos nos Estados Unidos não deveriam ser enviados diretamente às autoridades brasileiras sem o cumprimento dos mecanismos de cooperação jurídica internacional.</p>

<p>Segundo a PF, esses documentos são importantes para esclarecer a origem dos recursos, o trânsito dos valores e os beneficiários finais.</p>

<p>Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades relacionadas ao financiamento de Dark Horse. A investigação integra o conjunto de apurações relacionadas ao caso Banco Master.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 13:07:44 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Reconhecimento da culpa do Estado na morte de Marighella faz 30 anos</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/reconhecimento-da-culpa-do-estado-na-morte-de-marighella-faz-30-anos</link>
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<description>Filho do guerrilheiro destaca importância da reparação da memória</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tinha 20 anos de idade, o estudante Carlos Augusto foi chamado por jornalistas da Tribuna da Bahia para reconhecer uma imagem. Viu chegar pelo telex foto do corpo do pai, também chamado Carlos, crivado de balas. Foi assim que descobriu o assassinato ocorrido em 4 de novembro de 1969. Logo depois, foi também perseguido de diferentes formas por causa do sobrenome. </p>

<p>Foi somente 27 anos depois, no dia 11 de setembro de 1996, há 30 anos, que ele recebeu o atestado de óbito em que o Estado assumia, pela primeira vez, a responsabilidade pela morte do pai, o ex-deputado federal e guerrilheiro Carlos Marighella “nos termos da Lei 9.140 (sancionada em 1995)”. </p>

<p>Essa legislação criou a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. Para o filho dele, foi o primeiro passo de reparação da imagem do pai.</p>

<p>O pai guerrilheiro foi vítima de uma emboscada em São Paulo (SP) feita por agentes da ditadura. </p>

<p>Mais do que a dor pessoal, Carlinhos, como costuma ser chamado o advogado hoje com 78 anos de idade, reconhece que aquele momento foi muito importante porque muitas vítimas do período militar não podiam ter acesso a bens por causa de que vítimas estavam desaparecidas. </p>

<p>No caso de Marighella, ele foi inicialmente sepultado como indigente. Apenas em 1979, após a Lei de Anistia, os restos mortais puderam ser transportados para Salvador (BA), cidade natal do guerrilheiro. </p>


<p>“Muitos dos companheiros que lutaram ao lado de meu pai não tiveram a dignidade de um sepultamento.”</p>


<h2>Comissão</h2>

<p>No ano passado, a família recebeu um novo documento, retificado, com mais informações do que apenas com a citação da lei, como explica a atual presidente da comissão, Eugênia Gonzaga.  </p>

<p>O primeiro presidente da comissão, o jurista Miguel Reale Júnior, recorda que, em 1996, a admissão de culpa pelo Estado foi um dos momentos mais importantes do grupo ao considerar a importância do momento histórico. </p>

<p>Ele pondera que, no caso de Marighella, foi possível desmistificar as cenas montadas pela polícia como confronto, quando houve, na verdade, fuzilamento.</p>


<p>“Havendo assassinato de pessoa sob controle [policial], configura responsabilidade do Estado.”</p>


<h2>Resistência</h2>

<p>O então presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Nilmário Miranda, recordou que houve resistência na época em relação à reparação a Marighella. “O objetivo não era punir pessoas, mas reconhecer que o Estado foi responsável”. </p>

<p>Na mesma decisão sobre Marighella, foi feita a certidão de óbito para Carlos Lamarca, capitão desertor do Exército e que atuou na guerrilha. </p>

<p>Nilmário Miranda lembrou que Carlinhos e Clara Charf (a esposa) atuaram para pedir justiça à memória de Marighella. “Lutavam dia e noite, dia após dia, para que houvesse reconhecimento.”</p>

<p>As ações da comissão foram detalhadas no livro Dos Filhos deste Solo, escrito por Miranda. </p>

<h2>Reconhecimento</h2>

<p>Eugênia Gonzaga ressalta que os documentos foram retificados em função de que, inicialmente, informações ficaram omitidas. No caso de Marighella, por exemplo, ele foi casado na clandestinidade com a ativista Clara Charf, que morreu em 2025. </p>

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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Clara Charf (de vermelho), companheira de Carlos Marighella, morreu em 205 aos 100 anos  - Rovena Rosa/Agência Brasil</div>
</div></div>



<p>Eles nunca puderam ter um papel admitindo esse casamento, inclusive o atestado não trazia essa informação. </p>

<p>“Quando fizemos a retificação, conseguimos fazer a retificação para contar que a viúva, a companheira dele, era a Clara.”</p>

<p>Quando a família de Marighella recebeu o documento, outros 62 documentos foram entregues.  </p>

<p>“A alternativa que a Comissão Nacional da Verdade encontrou foi padronizar esses dizeres como morte não natural, violenta, decorrente da perseguição política do Estado brasileiro”, afirma Eugênia Gonzaga. </p>

<h2>Reparação</h2>

<p>Para Carlinhos, a reparação não se sustenta tão somente com ações que resolvam esses problemas legais, mas precisa, de fato, servir como uma lição para a sociedade para não aceitar nunca golpes e prezar pela democracia.</p>


<p>“A gente ainda tem um longo caminho a percorrer. E o modo correto disso é conscientizar, sobretudo, a nossa juventude.”</p>


<p>O filho deseja que a luta de Marighella pelo país seja mais conhecida pela sociedade brasileira. Eles ficaram especialmente emocionados, no mês passado, quando a Universidade Federal da Bahia (UFBA) fez a outorga simbólica do diploma de engenheiro ao pai. </p>

<h2>Inspiração</h2>

<p>Marighella não pôde concluir o curso na Escola Politécnica por causa das ações contra a ditadura. Ele estudou por quatro anos na universidade. </p>

<p>“Ele foi considerado um dos 10 alunos mais brilhantes. No último ano, ele foi preso e não pôde fazer as provas finais. A preservação da memória é fundamental”. </p>

<p>Marighella não deixou bens, e o filho se ressente das incursões à casa da família, de onde tudo foi levado. </p>

<p>“Nunca conseguimos recuperar a vasta produção intelectual de meu pai, como música, poesias e discursos. Tudo isso foi recolhido e nunca foi devolvido”. </p>

<p>Mesmo assim, o filho sonha com a possibilidade de algum dia haver um memorial que faça justiça à memória do guerrilheiro. Tanto tempo depois, Carlinhos recorda os contatos afetuosos com o pai que precisava sumir de vez em quando.</p>

<p>Ele recorda que, em maio de 1964, no mês seguinte ao golpe, Marighella ia na escola toda semana. “Ele estava de jeans, uma camisa colorida e de peruca. A gente ia numa padaria próxima para comer sanduíche de mortadela.”</p>

<p>O filho enfatiza que Marighella, embora tenha lidado com a tensão do período da ditadura, não era uma pessoa deprimida. “Nunca vi nele um olhar de desânimo”.</p>

<p>Isso o inspirou mesmo diante das dificuldades. “Confesso que, com tudo isso, com meu pai preso e depois assassinado, expulso da escola com 15 anos, impedido de estudar em escolas de Salvador, demitido do meu emprego [na Petrobras], alvo das maledicências, me considero uma pessoa feliz. Aprendi isso com ele. Ser feliz e lutar.”</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 12:09:47 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Gilmar reforça a Fachin pedido de acesso integral a celular de Vorcaro</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/gilmar-reforca-a-fachin-pedido-de-acesso-integral-a-celular-de-vorcaro</link>
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<description>Em ofício encaminhado neste sábado (12), decano solicita dados disponíveis para análise antes de julgamento sobre Moraes.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, que adote medidas para garantir aos ministros que participarão do julgamento de terça-feira (15) acesso à íntegra dos dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.</p>

<p>Em ofício encaminhado neste sábado (12), Gilmar reforçou um pedido apresentado pelo ministro Cristiano Zanin e defendeu que, se o relator do caso, André Mendonça, não disponibilizar os arquivos, a própria Polícia Federal seja acionada com urgência para fornecer cópias do material aos gabinetes dos ministros.</p>

<p>O pedido envolve a mídia extraída do celular de Vorcaro, que permanece sob custódia da Polícia Federal para preservação da cadeia de provas.</p>

<p>O julgamento está relacionado à análise de um relatório da PF elaborado a partir do conteúdo do aparelho de Vorcaro. O documento identificou mensagens trocadas entre o ex-banqueiro e o ministro Alexandre de Moraes. A Corte deverá avaliar questões relacionadas à validade do relatório e à possibilidade de investigação envolvendo Moraes no caso Master.</p>

<h2>Acesso aos dados</h2>

<p>Gilmar argumentou que o acesso ao material deve ser assegurado de forma igualitária aos ministros que participarão da análise.</p>

<p>Segundo o decano, o fato de uma cópia da mídia estar disponível ao gabinete de Mendonça, sem que o mesmo conteúdo seja distribuído aos demais integrantes do colegiado, comprometeria a paridade interna do tribunal.</p>


<p>“Tal providência é necessária para que seja assegurado a todos os Ministros o conhecimento de todas as informações relevantes para o julgamento.”</p>


<p>O ministro afirmou ainda que o compartilhamento integral permitiria que cada integrante do STF formasse sua convicção jurídica com base no conjunto completo das informações, e não em “sínteses parciais” do conteúdo.</p>

<h2>Versão de Mendonça</h2>

<p>Mendonça informou a Zanin que o aparelho físico original não está sob sua posse e permanece armazenado pela PF. O relator afirmou que dispõe de uma cópia de segurança em disco rígido criptografado, enviada pela Polícia Federal em março de 2026, que permanece lacrada.</p>

<p>O ministro disse ainda que nunca manuseou o material e que a cópia foi preservada como uma espécie de “contraprova” para o caso de perda dos arquivos originais.</p>

<p>Mendonça também argumentou que a divulgação integral dos dados poderia prejudicar investigações ainda em andamento, com risco de comprometer o sigilo e a eficiência da persecução penal.</p>

<p>O relator rejeitou a alegação de que haveria desigualdade entre os ministros e afirmou que não detém acesso a elementos de informação que não estejam formalmente incorporados ao processo.</p>

<p>Segundo Mendonça, a defesa de Vorcaro teve acesso à íntegra dos dados porque o material é devolvido aos advogados depois da extração das informações.</p>

<h2>Moraes critica</h2>

<p>Alexandre de Moraes também se manifestou sobre a condução do caso. O ministro acusou Mendonça de promover um levantamento “seletivo e direcionado” do sigilo e afirmou que a medida protegeria “determinado grupo político”.</p>

<p>Moraes também sustentou que não cabe ao relator escolher quais documentos devem estar disponíveis aos demais integrantes do colegiado.</p>

<p>As declarações fazem parte da disputa interna no STF sobre a extensão do acesso às informações obtidas pela PF a partir do celular de Vorcaro.</p>

<h2>Reunião de casos</h2>

<p>Além de defender o compartilhamento integral dos dados, Gilmar Mendes pediu a Fachin que assuma a condução dos processos relacionados ao caso e que as questões envolvendo a atuação de Mendonça sejam consideradas no julgamento de terça-feira.</p>

<p>O decano afirmou ter “sérias dúvidas” sobre se o processo está efetivamente pronto para ser analisado pelo Plenário. Segundo ele, ainda precisam ser esclarecidos pontos como a natureza do procedimento, quem é investigado, qual é o objeto da apuração e qual questão concreta será submetida aos ministros.</p>

<p>O ministro também defendeu que processos relacionados aos mesmos fatos e provas sejam reunidos sob a condução da Presidência do STF. Na avaliação de Gilmar Mendes, a tramitação separada pode resultar em decisões contraditórias e dificultar a compreensão do caso pelo colegiado.</p>

<h2>Julgamento na terça</h2>

<p>Caso a sessão seja mantida, o decano sugeriu que Fachin apresente inicialmente ao Plenário uma visão geral dos fatos. O ministro também defendeu que sejam analisadas questões preliminares antes da discussão do mérito.</p>

<p>Entre elas está o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que seja reconhecida a nulidade do relatório da Polícia Federal produzido a partir do celular de Vorcaro.</p>

<p>O acesso integral ao conteúdo do aparelho se tornou, assim, um dos principais pontos de disputa antes do julgamento marcado para terça-feira (15), quando o STF deverá analisar as questões relacionadas ao relatório da PF e à eventual investigação envolvendo Alexandre de Moraes no caso Master.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:08:43 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/plataformas-vao-informar-canais-de-denuncia-de-violencia-contra-mulher</link>
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<description>Objetivo é reunir informações que permitam qualificar o atendimento prestado pelo Ligue 180, especialmente na orientação a mulheres vítimas de violência praticada pela internet.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>As plataformas digitais terão prazo sugerido de 15 dias para informar ao governo federal como funcionam seus canais e mecanismos de denúncia de violência contra mulheres no ambiente digital. </p>

<p>O pedido foi encaminhado em ofício conjunto pelas Secretarias de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e de Enfrentamento à Violência contra Mulheres do Ministério das Mulheres.</p>

<p>A iniciativa tem como objetivo reunir informações que permitam qualificar o atendimento prestado pelo Ligue 180, especialmente na orientação a mulheres vítimas de violência praticada ou disseminada pela internet.</p>

<h2>Canais de denúncia</h2>

<p>O documento pede às empresas detalhes sobre os fluxos adotados para receber notificações relacionadas à divulgação não autorizada de conteúdo íntimo, conforme previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet e nas diretrizes estabelecidas pelo Decreto 12.976/2026.</p>

<p>Entre as informações pedidas estão:</p>

<ul>
	<li>Prazos para análise das denúncias;</li>
	<li>Confirmação de recebimento das notificações;</li>
	<li>Possibilidade de acompanhamento das solicitações;</li>
	<li>Os mecanismos para evitar o reenvio de conteúdos removidos.</li>
</ul>

<p>O governo também quer saber se esses procedimentos são aplicados a conteúdos manipulados ou produzidos com uso de inteligência artificial.</p>

<h2>Outras violências</h2>

<p>O ofício questiona ainda a existência de canais específicos para denúncias de outras formas de violência digital contra mulheres, incluindo assédio e violência política de gênero.</p>

<p>As plataformas também deverão indicar um ponto focal das empresas no Brasil para facilitar a interlocução com o poder público sobre o tema.</p>

<h2>Proteção digital</h2>

<p>Segundo o governo, a coleta das informações faz parte dos esforços para estruturar políticas de proteção de direitos no ambiente digital e fortalecer a rede de acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência.</p>

<p>Os dados fornecidos pelas plataformas serão utilizados para aprimorar as informações repassadas pelo Ligue 180. A intenção é ampliar a capacidade do serviço de orientar vítimas sobre os canais disponíveis em cada plataforma e os procedimentos necessários para solicitar providências.</p>

<p>O pedido foi formulado em caráter cooperativo, no âmbito das competências dos órgãos envolvidos, e considera as novas obrigações relacionadas à proteção de mulheres no ambiente digital previstas no Decreto 12.976/2026.</p>

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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"> Arte/Agência Brasil - Arte/Agência Brasil</div>
</div></div>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 22:08:54 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF: Gilmar Mendes sugere adiar sessão sobre conduta de Moraes</title>
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<description>Decano pede que caso envolvendo André Mendonça seja analisado em conjunto.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes enviou ofício ao presidente da corte, Edson Fachin, em que pede o adiamento da sessão de julgamento marcada para a próxima terça-feira (15), que vai decidir se o ministro Alexandre de Moraes será investigado por suposta relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. </p>

<p>Mendes, que é o decano (membro mais antigo) do tribunal, também solicitou que o caso envolvendo o ministro André Mendonça, acusado de irregularidades por Moraes, seja analisado conjuntamente. A manifestação foi enviada na noite desta sexta-feira (11) a Fachin.</p>

<p>"Os acontecimentos dos últimos dias, com a sucessão de decisões e providências adotadas em procedimentos distintos, mas assentados em substrato fático e probatório comum, recomendam, em minha compreensão, a apreciação conjunta de ambos os feitos acima referidos, sob a coordenação da Presidência. A partir da análise das peças até aqui divulgadas aos gabinetes, em especial aquelas constantes da Pet 16.662, manifesto, desde logo, sérias dúvidas de que o referido feito, em seu estágio processual atual, esteja em condições de julgamento", afirmou Mendes.</p>

<p>A Pet 16.662 é o processo conduzido por André Mendonça que analisou os elementos obtidos a partir do celular de Daniel Vorcaro e que resultaram em um relatório da Polícia Federal (PF), a pedido do relator, com informações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. </p>

<p>O assunto veio à tona em um despacho de Mendonça, da semana passada, que retirou o sigilo do procedimento que reúne supostas conversas suspeitas entre Moraes e o ex-dono do Banco Master. Além de Moraes, as conversas mostram citações ao nome do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Vorcaro está preso desde o ano passado por fraudes financeiras.</p>

<p>O despacho de Mendonça desencadeou uma guerra de decisões conflitantes entre os ministros do STF. Em resposta, Moraes incluiu Mendonça no inquérito das Fake News, relatado por ele, baseado em um relatório interno e inconclusivo da PF sobre a atuação do colega de tribunal. O relatório dizia que Mendonça teria, em tese, praticado uma série de condutas tipificadas como improbidade administrativa, abuso de autoridade e favorecimento a determinados grupos políticos.</p>

<p>A crise institucional prosseguiu com novas decisões de Mendonça, de Flávio Dino e do próprio presidente da corte, desta vez envolvendo o afastamento e a recondução do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada.</p>

<p>Ao argumentar pelo adiamento da sessão na semana que vem, Gilmar Mendes apontou que não há sequer pedido a ser decidido. </p>

<p>"Os autos se formaram a partir de informação de polícia judiciária que o próprio relator [André Mendonça] requisitou à Polícia Federal e a própria autuação registra tratar-se de feito instaurado 'de ofício', sem representação nos autos. Não há representação da autoridade policial e tampouco a Procuradoria-Geral da República, ao se manifestar, requereu ao Plenário qualquer providência, limitando-se a arguir a nulidade do relatório confeccionado a mando do relator e afirmando que lhe caberia, então, extinguir a petição", observou o ministro.</p>

<p>"Nesse cenário, fica claro que não há, na Pet 16.662, definição adequada quanto aos próprios contornos processuais do feito, à identificação de quem ocupa a posição de investigado, ao objeto preciso da investigação, ao rito a ser observado e, em última análise, à questão madura que reclama pronunciamento do colegiado", acrescentou.</p>

<p>Mendes também sugeriu que Fachin assuma a competência de relatar o processo, determine seu "saneamento e instrução" e, somente depois, o submeta ao colegiado. </p>

<p>Caso a sessão extraordinária da próxima terça-feira seja mantida, o decano da corte defendeu que Fachin delimite previamente as questões a serem julgadas e que o plenário comece pelas preliminares, especialmente a alegação da PGR pela nulidade da ordem de Mendonça para a produção, pela PF, do relatório de mais de 200 páginas que traz as supostas conversas envolvendo Moraes, Gonet e Vorcaro.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 21:09:16 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mendonça diz ter divulgado todo conteúdo disponível no caso Master</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/mendonca-diz-ter-divulgado-todo-conteudo-disponivel-no-caso-master</link>
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<description>Presidente da Corte, Edson Fachin, havia dado prazo para que Mendonça retirasse o sigilo dos documentos. Mendonça afirma que preservou investigações em andamento e dados pessoais de investigados.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (11) que disponibilizou integralmente os procedimentos “contidos” ou “relacionados” ao julgamento do caso Master pautado para a próxima terça-feira (15).</p>

<p>Em despacho, Mendonça foca em responder ao ofício do ministro Alexandre de Moraes que alegou "seletividade" na liberação dos sigilos. </p>

<p>Segundo Mendonça, a manutenção de processos em sigilo ocorreu "a partir de uma análise prudente e responsável, considerando a existência de investigações em andamento e a necessidade de zelar pela preservação de dados pessoais das pessoas investigadas."</p>

<p>Ele exemplificou como informações a serem preservadas os dados bancários e fiscais de inúmeras pessoas físicas e jurídicas. Por isso, segundo ele, "jamais se poderia publicizar a 'totalidade dos procedimentos contidos ou relacionados à PET 15.556'".</p>

<p>Ainda segundo o ministro, a Petição 15.556 corresponde apenas à representação policial que deflagrou a 3ª fase da Operação Compliance Zero, não abrangendo a totalidade de procedimentos relativos à operação.</p>

<p>Mais cedo, o ministro Edson Fachin, atendendo a pedido da Procuradoria-Geral da República, deu prazo de 24 horas para que Mendonça retirasse o sigilo de todos os documentos relacionados à Operação Compliance Zero, que apura corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias ligadas ao antigo Banco Master. </p>

<p>Para a PGR, a divulgação de apenas parte do material passa uma "ideia equivocada” de que a transparência do caso pode estar comprometida. </p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 20:07:11 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF retoma julgamento da Lei da Ficha Limpa com voto de Gilmar Mendes</title>
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<description>Mendes votou pela validade das alterações feitas pelo Congresso Nacional nas eleições deste ano. A Corte julga uma ação protocolada pela Rede Sustentabilidade para derrubar a Lei Complementar 219 de 2025, que reduziu a contagem dos prazos de inelegibilidade</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o julgamento da Lei da Ficha Limpa nesta sexta-feira (11), com a liberação do voto do ministro Gilmar Mendes. O magistrado havia pedido vista, o que interrompeu o julgamento, ocorrido em ambiente virtual.</p>

<p>Mendes votou pela validade das alterações feitas pelo Congresso Nacional nas eleições deste ano. A Corte julga uma ação protocolada pela Rede Sustentabilidade para derrubar a Lei Complementar 219 de 2025, que reduziu a contagem dos prazos de inelegibilidade.</p>

<p>Entre as principais mudanças, a lei unificou em 12 anos o prazo máximo de inelegibilidade para políticos condenados em diversas ações por improbidade administrativa.</p>

<p>A lei também mudou o marco de contagem do prazo de inelegibilidade de oito anos para políticos condenados. Pelo texto aprovado pelo Congresso, os oito anos devem contar a partir da condenação, e não após o cumprimento da pena, como ocorre atualmente.</p>

<p>Após a reabertura do julgamento, com a divulgação do voto de Gilmar, o ministro Flávio Dino pediu destaque do julgamento. Com isso, a apreciação da ação será feita em Plenário, presencialmente. Ainda não há data marcada para a sessão ocorrer.</p>

<h2>Votos</h2>

<p>Em seu voto a favor da validade das alterações feitas pelo Congresso, Gilmar Mendes propôs ainda uma modulação nos prazos por 18 meses, retornando ao texto original. Nesse prazo, diz Mendes em seu voto, o Congresso poderia reapreciar a matéria.</p>

<p>Até o momento, o placar da votação está em 2 votos a 1 contra as alterações. Os votos contra foram proferidos pela ministra Cármen Lúcia e Luiz Fux.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 19:08:46 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Conselho de Comunicação Social debate regulação das redes sociais nesta segunda-feira; participe</title>
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<description>Audiência pública interativa discutirá moderação de conteúdo, remoção de contas e impactos sobre a liberdade de expressão</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-img20260706145727644.jpg" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="{"url":"https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/07/img20260706145727644.jpg","titulo":"Debates legislativos e relatórios das comissões.","data":"06/07/2026","thumbnail":"https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/07/img20260706145727644PEQ.jpg","album":"Conselho de Comunicação Social -Tarde","autor":"Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados"}">
<div class="midia-creditos">Arquivo / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Reunião do Conselho de Comunicação Social</div>
</div>
<p>O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional realiza, nesta segunda-feira (14), audiência pública interativa sobre a regulação das redes sociais.</p>
<p>A reunião ocorrerá às 9h30, no plenário 7 da Ala Alexandre Costa, no Senado Federal.</p>
<p>O debate reunirá especialistas e representantes de organizações das áreas de direito, tecnologia, regulação, comunicação e defesa dos direitos digitais.</p>
<p>Temas da audiência:</p>

os critérios usados pelas plataformas digitais para moderar conteúdos;
as regras para remover ou suspender contas de usuários;
os impactos dessas medidas nos direitos dos usuários e na liberdade de expressão.

<p>A audiência é interativa, e o público poderá participar conforme as orientações de transmissão e interação do evento.</p>
<p>Veja a pauta completa; envie suas perguntas</p>
<p>Com informações da Agência Senado</p>
]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 17:48:41 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Maioria dos deputados em exercício busca a reeleição, mas cresce o número de quem concorre a outros cargos</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/maioria-dos-deputados-em-exercicio-busca-a-reeleicao-mas-cresce-o-numero-de-quem-concorre-a-outros-cargos</link>
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<description>Diap aponta acesso ao Fundo Eleitoral e a possibilidade de destinar emendas parlamentares individuais como vantagens na reeleição</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1304217" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1304217">
<div class="midia-creditos">Ton Molina/Agência Senado</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Dobrou o número de deputados que concorrerão ao Senado em relação a 2022</div>
</div>
<p>Dos 513 deputados em exercício, 437 disputarão a reeleição em 2026. O número corresponde a 85,19% da composição atual da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Em 2022, 448 deputados tentaram renovar o mandato. Assim, 11 deputados a menos disputarão a reeleição neste ano.</p>
<p>A redução pode contribuir para uma maior renovação da Câmara. O resultado final, porém, dependerá do desempenho dos atuais deputados e dos candidatos que buscam ocupar as vagas abertas.</p>
<p>Mais deputados disputarão o Senado
O número de deputados que concorrerão ao Senado aumentou em relação a 2022. Na eleição anterior, 21 deputados disputaram uma vaga na Casa. Neste ano, 42 deputados concorrerão ao Senado.</p>
<p>Também aumentou o número de deputados federais que disputarão vagas em assembleias legislativas. O total passou de seis, em 2022, para 11 neste ano.</p>
<p>Além dessas candidaturas, cinco deputados concorrerão ao cargo de governador, um disputará a Vice-Presidência da República, um concorrerá ao cargo de vice-governador e três disputarão o cargo de primeiro suplente de senador.</p>
<p>Outros 13 deputados em exercício não concorrerão a nenhum cargo eletivo.</p>
<p>Confira página especial da Câmara sobre as Eleições 2026</p>
<p>Entrevista analisou vantagens dos atuais deputados
Em entrevista ao programa Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, o diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Neuriberg Dias, analisou o cenário das candidaturas ao Congresso Nacional.</p>
<p>Segundo o entrevistado, os parlamentares em exercício têm vantagens na disputa eleitoral. Entre elas, estão o acesso ao Fundo Eleitoral e a possibilidade de destinar emendas parlamentares individuais.</p>
<p>“Na nossa avaliação, as emendas (impositivas) são um divisor de águas. De 2015 para cá, houve uma mudança nessa dinâmica da relação com o Executivo, de que se dependia mais e hoje depende menos. Os parlamentares conseguem, de fato, executar esses recursos e transferir de forma direta para as prefeituras, para uma série de programas, para projetos que beneficiam o cidadão de forma geral nas suas bases eleitorais. As condições para que ele se mantenha no mandato se diferenciam daqueles que vão tentar pela primeira vez um cargo”, avaliou Neuriberg Dias.</p>
<p>O argumento ajuda a explicar por que a maioria dos deputados em exercício ainda busca a reeleição. Os dados registrados, contudo, mostram uma redução desse grupo em relação a 2022.</p>
<p>Projeção de renovação depende do resultado das urnas
A saída de 11 deputados da disputa pela Câmara abre espaço para novos candidatos. A candidatura de mais deputados ao Senado e às assembleias legislativas também pode alterar a composição da Câmara.</p>
<p>Os dados das candidaturas, isoladamente, não permitem calcular a renovação que ocorrerá em 2027. Para isso, será necessário conhecer o resultado das eleições e o número de deputados que conseguirão renovar o mandato.</p>
<p>Mais notícias sobre as Eleições 2026</p>
]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 16:49:09 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF: Zanin pede a Fachin acesso a todo material de celular de Vorcaro</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/stf-zanin-pede-a-fachin-acesso-a-todo-material-de-celular-de-vorcaro</link>
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<description>Zanin afirmou em ofício a Fachin que deseja ter acesso diretamente à mídia que contém a íntegra do material extraído do celular de Vorcaro, apreendido na primeira fase da Compliance Zero.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (11) ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, acesso à íntegra do material extraído do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. </p>

<p>O pedido de Zanin foi feito pouco depois de o ministro Alexandre de Moraes ter requerido a Fachin a retirada do sigilo sobre todos os documentos da Operação Compliance Zero, que apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro. </p>

<p>Moraes apontou o que disse ser uma seletividade subjetiva do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo, ao levantar o sigilo da investigação, na noite de quinta-feira (9). </p>

<p>Zanin, por sua vez, afirmou em ofício a Fachin que deseja ter acesso diretamente à mídia que contém a íntegra do material extraído do celular de Vorcaro, apreendido na primeira fase da  Compliance Zero. </p>

<p>O ministro destacou que a mídia requerida “está diretamente relacionada” ao julgamento marcado para a próxima terça-feira (15), quando o plenário deve analisar um relatório da Polícia Federal (PF) que indica ligações entre Vorcaro e Moraes. </p>

<p>Em decisão de quarta-feira (9), Fachin marcou para a próxima terça uma sessão plenária para julgar um pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que quer a anulação do relatório sobre Moraes, sob o argumento de Mendonça não tinha competência para autorizar investigação contra um colega. </p>

<p>O STF ainda não informou como se dará o rito do julgamento. A Constituição e o Regimento Interno preveem que somente o plenário possui competência para processar e julgar um de seus integrantes, sem trazer, contudo, detalhes sobre a condução do processo. </p>

<p>Ainda não foi anunciado, por exemplo, se o julgamento será aberto ou fechado. Não foi informado ainda se haverá a participação do ministro Alexandre de Moraes na sessão. </p>

<h2>Entenda o caso</h2>

<p>Na noite de quinta-feira (10), a pedido de Edson Fachin, presidente da Corte, o ministro André Mendonça retirou o sigilo de parte das investigações sobre o Banco Master, do qual é relator.</p>

<p>Com isso, foi suprimido o sigilo de 15 procedimentos sobre o Master e fica agora em segredo apenas o material que possa prejudicar diligências e novos procedimentos.</p>

<p>Assim, os processos são liberados para os demais magistrados, além de se tornarem públicos.</p>

<p>A ordem de Fachin vem após a grave crise que tomou o STF com as decisões tomadas por Mendonça. Inicialmente ele revelou supostas trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:09:24 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Moraes aponta “escolha seletiva” e pede divulgação de todo caso Master</title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/moraes-aponta-escolha-seletiva-e-pede-divulgacao-de-todo-caso-master</link>
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<description>Oficio foi encaminhado ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou nesta sexta-feira (11) um ofício ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, apontando o que diz ser uma “escolha seletiva” na divulgação de documentos sobre as investigações do caso Master pelo seu colega de Corte, o ministro André Mendonça. </p>

<p>Moraes requereu a retirada de “todo e qualquer sigilo” dos documentos relativos à Operação Compliance Zero, que apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master. </p>

<p>>> Clique aqui e leia mais sobre a Operação Compliance Zero</p>

<p>Relator do caso Master no Supremo, Mendonça levantou na noite de quinta-feira (10) o sigilo sobre 15 procedimentos de investigação derivados da operação. A medida foi tomada após solicitação formal feita por Fachin, na esteira de uma crise institucional sem precedentes no Supremo. </p>

<p>No requerimento enviado a Mendonça, Fachin pediu a divulgação de todos os documentos, “ressalvado apenas o que diga respeito a diligências cujo sigilo seja imprescindível à realização da medida”, escreveu o presidente do STF. </p>

<p>Moraes indicou que Mendonça manteve o sigilo sobre 180 documentos com base em uma “escolha subjetiva”, conforme escreveu. Para ele, isso impede que os demais ministros analisem todas as provas ligadas à Compliance Zero. </p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 14:08:14 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Prazo para escolas escolherem livros didáticos para 2027 termina hoje </title>
<link>https://www.portovelho24horas.com.br/noticia/prazo-para-escolas-escolherem-livros-didaticos-para-2027-termina-hoje</link>
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<description>A distribuição dos livros às escolas públicas de todo o país é gratuita, por meio do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pelo Ministério da Educação (MEC)</description>
<media:content url="https://www.portovelho24horas.com.br/uploads/images/2026/09/prazo-para-escolas-escolherem-livros-didaticos-para-2027-termina-hoje.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para escolha dos livros didáticos, pedagógicos e literários que serão utilizados pelas escolas públicas brasileiras no ciclo 2027-2030 termina nesta sexta-feira (11). As obras serão destinadas aos alunos das redes públicas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. </p>

<p>Para fazer a escolha, os professores, coordenadores e gestores escolares devem, de forma coletiva, analisar as obras disponíveis e definir quais materiais estão mais alinhados à proposta pedagógica da unidade. Devem levar em conta, ainda, as características e as necessidades da comunidade escolar local. </p>

<p>A distribuição dos livros às escolas de todo o país é gratuita, por meio do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pelo Ministério da Educação (MEC).</p>

<h2>Escolas aptas</h2>

<p>Para participar da etapa de escolha, as devem acessar o Sistema do PNLD Gestão. É necessário ter registrado o número de alunos no Censo Escolar de 2025, para que a distribuição das obras leve em conta o volume de estudantes a serem atendidos.</p>

<h2>Categorias</h2>

<p>Os materiais para os estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental estão organizados em três categorias:</p>

<p>1) escolha obrigatória para estudantes do 1º e 2º anos com os seguintes conteúdos:</p>

<ul>
	<li>língua portuguesa;</li>
	<li>arte;</li>
	<li>educação física;</li>
	<li>matemática;</li>
	<li>ciências da natureza, história e geografia (obra interdisciplinar);</li>
	<li>educação digital e midiática.</li>
</ul>

<p>Nesta primeira categoria, todos os livros do estudante são consumíveis (não reutilizáveis) e permanecem com o aluno, que pode escrever e interagir diretamente com o material.</p>

<p>2) escolha obrigatória para estudantes do 3º, 4º e 5º anos, com os seguintes conteúdos:</p>

<ul>
	<li>língua portuguesa;</li>
	<li>arte;</li>
	<li>educação física;</li>
	<li>matemática;</li>
	<li>ciências da natureza;</li>
	<li>história;</li>
	<li>geografia;</li>
	<li>livro regionalizado de história e geografia;</li>
	<li>produção de texto;</li>
	<li>educação digital e midiática.</li>
</ul>

<p>Nesta segunda categoria, as obras de história e geografia apresentam conteúdos relacionados às respectivas regiões das escolas. Os livros de língua portuguesa e matemática são consumíveis. Os demais são reutilizáveis e devem ser devolvidos à escola ao final do ano letivo.</p>

<p>O FNDE explica que os livros de educação física das Categorias 1 e 2 são destinados exclusivamente aos professores.</p>

<p>3) escolha optativa: 1º ao 5º ano, para língua espanhola e língua inglesa</p>

<p>Os livros da categoria três 3 são reutilizáveis e devem ser devolvidos à escola no fim do ano letivo.</p>

<p>Caso a escola não faça a seleção, receberá apenas os livros obrigatórios. Eles serão selecionados diretamente pelo FNDE, com base em critérios como priorização de títulos mais distribuídos na região/UF e cotas residuais de estoque.</p>

<h2>Como escolher os livros</h2>

<p>Para participar do processo, é necessário que professores e gestores estejam cadastrados no Sistema Gestão Presente (SGP), ou possuam cadastro anterior no Portal do Livro Digital. O acesso se dá por meio de uma conta Gov.br.</p>

<p>A escola pode selecionar coleções distintas para cada disciplina curricular. Não é necessário escolher a mesma coleção para todas elas. </p>

<p>A escola que não desejar receber determinada obra ou componente deverá registrar a opção no sistema.</p>

<p>Para as categorias 1 e 2, caso a escola não realize a escolha nem registre a opção de não recebimento, o FNDE fará a atribuição dos exemplares com base em critérios técnicos previamente estabelecidos.</p>

<p>Na categoria 3, como a adesão é voluntária, caso a escola não manifeste interesse, não haverá atribuição técnica.</p>

<h2>Guia digital</h2>

<p>Para ajudar no processo, o MEC disponibilizou o Guia Digital do PNLD.</p>

<p>A ferramenta reúne informações sobre as obras aprovadas e inclui resenhas, metodologias propostas para facilitar o planejamento das aulas, estrutura dos conteúdos e a avaliação realizada para aprovação dos livros em alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</p>

<p>Em caso de dúvidas, o gestor de educação deve entrar em contato com a equipe do PNLD pelo e-mail: livrodidatico@fnde.gov.br.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:09:29 -0300</pubDate>
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<title>Internado em SP, Ronaldo Caiado recebe diagnóstico de pneumonia</title>
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<description>Candidato tem boa evolução clínica, de acordo com a equipe do hospital Vila Nova Star.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato à presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, recebeu diagnóstico de pneumonia, após tomografia de tórax feita na noite dessa quinta-feira (10).</p>

<p>Depois dos exames, a equipe constatou infecção nos pulmões.</p>

<p>Ele foi internado ontem no hospital Vila Nova Star, de São Paulo, devido a uma faringite aguda.</p>

<p>O tratamento foi ajustado, segundo informações da unidade de saúde.</p>

<p>O candidato apresenta quadro estável, respira espontaneamente e apresenta boa evolução.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:08:23 -0300</pubDate>
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<title>Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que proíbe o uso do termo "elefantíase" em documentos públicos</title>
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<description>Proposta poderá seguir ao Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1304006" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1304006">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</div>
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<div class="midia-legenda">Helder Salomão é o relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto que proíbe o uso do termo “elefantíase” em documentos oficiais da administração pública. A terminologia oficial passa a ser “filariose” ou “linfedema avançado” para se referir à doença parasitária que pode causar inchaço nos braços, nas pernas e em outras partes do corpo.</p>
<p>O relator na comissão, deputado Helder Salomão (PT-ES), apresentou parecer favorável ao substitutivo da Comissão de Saúde ao Projeto de Lei 4472/24, de autoria da deputada Ana Pimentel (PT-MG). </p>
<p>“Foram observadas as prescrições constitucionais, uma vez que se trata de projeto de lei afeito à proteção e à defesa da saúde, portanto, de competência concorrente da União”, concluiu o relator. Ele fez apenas algumas correções técnicas no texto, como mencionar os municípios e o Distrito Federal entre os entes que deverão observar a terminologia oficial.</p>
<p>Pela proposta, documentos que não observarem a nova regra deverão ser arquivados, com notificação à parte interessada.</p>
<p>Os governos federal, distrital, estaduais e municipais terão prazo de 90 dias, contados a partir da publicação da futura lei, para alterar a terminologia antes do arquivamento dos documentos.</p>
<p>A proposta tramitou em caráter conclusivo e poderá seguir ao Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</p>
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<dc:creator>Porto Velho 24 Horas</dc:creator>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:49:37 -0300</pubDate>
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